quarta-feira, janeiro 17, 2007

A Odisseia de Hóhomemdatascatragameumpiresdealcagoitas Parte V

Olá, como estão?

Sou eu, o Tascas, confessem que ficaram surpreendidos...
Venho contar-vos as peripécias que se deram durante a travessias das montanhas!
Como vos disse, na última vez, eu o Pescas, o Dudu, o Anímal e o Lambretas estávamos a entrar nas montanhas, sempre receosos dos perigos...
Andámos durante dias, para descobrirmos que apenas tínhamos chegado às traseiras da barraca de onde partimos... Decidimos mudar de táctica... em vez de ser o Lambretas a ir à frente fui eu (é que o parvo anda sempre em círculos...). Andamos muitas horas, até a paisagem ser dominada apenas por rochas... senti saudades da minha pedreira e daqueles serões bem passados na companhia do Caças.... Mas enfim! Estávamos muito bem a andar quando se ouve um barulho estranho, parecia que a terra nos queria engolir!!! Fiquei aterrado e saltei para o colo do Dudu.. mas já lá estava a merda do Anímal... Vejo então vir de lá um móvel de televisão a descer a encosta à nossa frente... que diabo? Percebi então que se tratava de um homenzinho de olhar fixo que o empurrava sempre a mostrar os dentes como se quisesse morder...
Mas até foi muito simpático, disse que era o Zombie ali da zona e que a maldição dele era empurrar o móvel da tv para o resto da eternidade... dissemos-lhe que nos acompanhasse visto ele conhecer bem a região... Entrámos então num vale desértico, só pedras e calhaus... Nisto, salta um homem imundo detrás de uma rocha vestido com peles de rato e grita, enquanto esbraceja e faz gestos obscenos: "Bom dia caralho!" "Em que posso servos útil fodasse??"
Achámos o homem muito simpático e logo ali houveram cumprimentos amistosos iguais aos que eu tentei fazer com o Lambretas...
Foi um bocado bruto, mas tudo bem, não nos conheciamos bem, portanto é normal.
Então desata a dizer palavrões e pergunta se há mais gente para insultar lá do sítio de onde eu tinha vindo... "Claro meu caro junte-se ao comboio!..." Vai então este estranho grupo pela encosta abaixo sempre a cantar o "Apitó camboio!", com a voz do Engonhado (que era o nome do homem das palavras doces...) a ouvir-se em fundo "apita a merda do comboio fodass caralh ma foda!"... Animadíssimos como podem ver... Chegamos então ao mato, de novo, e avista-se um lago... Parámos para matar a sede com algum vinho que eu ainda tinha num dos meus cantis... (estava a acabar e comecei a ficar preocupado...como poderia matar a sede no futuro? se só haviam lagos de água doce nas redondezas?).
Então surgiu um enorme alivio para todos! Avistaram-se casas, uma aldeia numa clareira....
O Lambretas esvoaçou até lá para ver do que se tratava... e voltou dizendo que eram casas... Ficámos impressionados com a inteligência do rapaz... Todos aplaudiram e até o Anímal se pôs a guinchar...
Entrámos na aldeia sem saber o que encontraríamos... o momento era solene!
Tudo silencioso... até o Pescas se havia calado dos seus Uaps... Virámos uma esquina e de repente as calças do grupo ficaram tingidas de castanho... Salta de lá um anormalóide com um linguajar toupeiresco!! Ninguém percebia a besta... Mas veio atrás de nós a sorrir feito parvo e a dizer coisas parvas como: "a rire a rire a rire, etc"... Levava horas naquilo!! Pusémos-lhe o nome de Toupeira estamos a tentar descobrir alguém inteligente na aldeia...
Será que seremos bem sucedidos ou só encontraremos mais toupeiras??
Não percam as próximas crónicas!

Tascas

(texto fictício)

terça-feira, janeiro 16, 2007

A Odisseia de Hóhomemdatascatragameumpiresdealcagoitas Parte IV


Ora viva!

Andei algum tempo desaparecido, como sabem... mas isso deveu-se ao facto de não ter encontrado forma de postar isto no meio da selva, felizmente já resolvi o problema...
Na última crónica estava em busca da saída da selva com o fiel Pescas, animal, muito inteligente sabe sempre quando tenho sede!
Bom o que se passou foi que certo dia, enquanto percorriamos o matagal ouvimos um barulho semelhante a um avião... mas vinha do solo... como sou muito esperto pensei tratar-se de uma espécie de engenhoca...
Mandei o Pescas ir ver o que era e ele lá foi... pouco depois traz-me um homenzinho de rastos pelo trilho fora! Disse-lhe para largar a pessoa e cumprimento-o amistosamente dando-lhe o rabo... mas ele começa a rir e levanta-se de repente e começa a esbracejar e a fazer o ruido de um avião (vrumm, vrumm, vrumm) enquanto que anda em círculos à minha volta....
Ordenei ao Pescas que o agarrasse para que lhe pudesse perguntar o nome e de onde vinha. Disse que se chamava Lambretas e vinha do ar, achei um nome interessante e perguntei de seguida como se saía dali. Ele começou a esvoaçar feito borboleta, outra vez... Decidi deixá-lo feito parvo e prossegui caminho. Mal começámos a andar vem o gajo de lá a correr e aos saltos que pensava que vinha bebâdo... mas não... apenas disse para o seguirmos, lá fomos...
Chegámos então a uma cabana no meio da selva e saí de lá um tipo com jeitos amaricados e uma camisa de mangas de cava amarela do suor, a dizer "DUDU o homem do cú"... Achei inteligentíssimo e fui falar-lhe, porém sai da barraca um homenzinho a rosnar e a tossir enraivecidamente com uma coleirinha a dizer "Anímal"... que engraçado pensei... mas o punheta salta e dá-me uma dentada nos tomates!! Vá-la que são pequenos e não fazem falta, mas mesmo assim senti-me ofendido! O homem do cú veio logo acalmar a fera e pediu desculpa, disse que tinha lá dentro um computador portátil para eu mandar a minha mensagem e mencionou algo sobre vassouras, que não vou adiantar...
Entrei e sou logo assaltado pelo homem mais o seu cachorro que, logo ali, me levam às nuvens.... (sem ressentimentos Caças...) De seguida bebemos todos uma aguardente para arrefecer os ânimos... Então explicaram-me que para sair da selva só através das montanhas a norte. Mas tinha de ter cuidado para não ser apanhado pelo homens perversos que lá habitavam...
Como já estavam fartos uns dos outros disseram que viriam comigo, agradeci muito pois fazia-me falta gente para beber uns copos e dar umas corridas à volta da fogueira!
E é assim que vos deixo! Veremos que segredos nos escondem estas montanhas!
Parte assim este belo grupo para o desconhecido vinicola!

Tascas

(texto fictício)

Diciotasca - O dicionário da tasca!

Finalmente já nas melhores adegas, a Diciotasca - O dicionário da tasca!!!
Foi feita um colecta completa e total pelo mundo vinicola e eis que saem uma infinidade de nomes inventados à pressao na tasca... Estas personagens ficticias (ou nao...) repartem-se em dois grupos:
Os maus e os menos maus... Dentro dos "menos maus" temos a brigada/patrulha anti-tasca com os seus cinco intrépidos sabotadores/espiões/paus pa toda a obra/etc.... Na parte dos maus tá o Rei da tasca e o resto da maralha... é tude muite simples...

MAUS

Tascas - o rei da tasca
Caças - a rainha...
Pescas - o mordomo
Salsichas - o homem do talho
Lambretas - o homem ventoinha
Anímal - a ratazana assanhada
Zombie - o desterrado da adega
Cagas - o ministro da limpeza e jogral da corte
Ginja - o maricas cá do sitio
Toupeira - o idiota da aldeia
Doninha - o guru dos problemas pessoais
Srgt. Bigodes - voz de comando da tasca
Gaitinha - bebado
Badelha - outro bebado
Bomba - bebado clandestino
Fanhoso - amante do bebado clandestino
Abre-latas - escangalha tude!
Alegrias - o piadinhas cá do tasco
Vidrinhos - o pau mandado do rei
Alhetas - subordinado do ministro da limpeza
Ninhos - caçador da fisga
Engonhado - malcriadão
Canhões - é pcize é calma...
Picador de gelo - badalhoca
Dudu - mariconço-mor
Botas - o maluquinho
Tascão - o cão do rei
Espanha - mendigo
Lord Lenha - o monarca

MENOS MAUS (BRIGADA ANTI-TASCA)

O Nalgas
O Bicos
O Fagulhas
O Limpa-Crostas
O Tasquinhas

quinta-feira, novembro 09, 2006

A Odisseia de Hóhomemdatascatragameumpiresdealcagoitas Parte III

Uap!.... Quer dizer, Boas!

Sou eu o Tascas! Ainda estou vivo! Mesmo depois de ter enfrentado a morte por diversas vezes aqui nas selvas indianas! Mas isso deve-se ao meu treino de tasca, muito rico em situações de risco (principalmente no que toca à adega secar!!). Bom da útima vez que vos escrevi estava só nos matagais da terra do Tás Mai Mál (Taj-Mahal). Ora, como não podia ficar ali à espera que me socorressem, pois isso era arriscado, achei melhor entrar na selva virgem. Seria o que todos menos esperavam, logo era o melhor a fazer ou pelo menos tinha lido algo sobre isso num livro sobre a confecção de tonéis.... Enfim, la entrei no mato e caminhei durante horas, já tinha gasto metade do meu cantil de rosé e ainda só tinha andado três metros... No entanto ao cair da noite cheguei perto de uma clareira aonde tentei dormitar enconstado a uma árvore (que não é muito diferente de dormir encostado a um pipo... diga-se de passagem...). Já era noite alta lá para às nove e dois minutos... ou seriam três?... não me lembro mas fazendo a regra da mão direita consegui tirar algum lodo acumulado na fralda da camisa e lá descobri as horas através de um poderosissimo ritual tavernicola... O que é certo é que acordei, e depois de ter verificado as horas, da forma que vos acabo de descrever, ouvi uma alagazarra pegada, havia para lá um filha da puta aos urros, armado em besta! Levantei-me e gritei calmamente: "Ó amigo desligue lá a televisão que eu quero dormir, se não se importa!" Parecia ter resultado.... No entanto salta do meio de uma árvore um macaco a gritar e a saltar eu até pensei que era algum familiar meu que eu não tinha reconhecido, e que por isso estava ali ofendido! Mas não. O bandido salta-me para cima e tenta satisfazer-se. Pobre animal como deve ter sofrido.... Obviamente não reparou na minha bolsa "anti-assalto" na retaguarda, A bolsa rebentou com a pressão e o pobre bicho morreu asfixiado pois o jacto foi certeiro e salpicou para a unha do pé, soltando gases que se alojaram no sovaco direito, o que origina, como sabem morte por asfixia.... Prossegui viagem.
Estava com fome e pensei em caçar algo, no entanto sem o caças não tinha piada, a forma como ele caçava os animais era iniquiparavel! Eu não sei bem! Ele baixava as calças e abanava o rabo de forma a que os animais viessem aliviar-se, mas quando eles se aproximavam soltava traques que podiam ser ouvidos a quilometros de distancia, tal e qual o rugido de um leão! Até fico arrepiado só de pensar nisso!! Bom, posto isto, decidi ira pescar num lago que reparei estar ali perto. Como sou muito esperto arranjei uma cana de bambu e pendurei um bocado de liana na ponta, sem me esquecer de colocar um anzol de madeira embebido em bagaço. Atirei a linha e esperei.... Veio logo de lá um bruto de um peixe a guinchar pela cana acima! Mas quando o puxei vi que era um rapazinho que vinha agarrado com a boca no anzol! Fui a correr ajudá-lo mas ele já estava liberto e aos saltos a urrar e a abanar os braços como se quisesse levantar vôo. Perguntei-lhe como se chamava e o puta de merda começa-me a ladrar feito abutre.
Uap, Uap!! Parecia parvo...
No entanto como era simpático e inofensivo deixei-o vir comigo. Ele anda sempre a comer as moscas que apanha e a fazer "Uap!" mas eu acho que me vai mostrar o caminho para sair daqui! Com este meu novo compincha veremos o que me espera!! Darei noticias em breve!

Tascas

(texto ficticio)

terça-feira, novembro 07, 2006

A Odisseia de Hóhomemdatascatragameumpiresdealcagoitas Parte II

Boas..

Aqui estou eu a escrever as minhas memórias mais uma vez...
Afinal os meus raptores não eram raptores... Eram comerciantes de animais exóticos e confundiram-me com um orangotango falante...
Enfim... Como até me deram uma garrafa de bagaço não fiquei muito ofendido, até porque a minha "clausura" teve os seus pontos positivos. Principalmente quando tentaram cruzar-me com um orangotango fêmea... Foi uma experiência... digamos que... enriquecedora (desculpa-me Caças...).
Bem, a seguir à minha libertação andei uns dias às voltas nas selvas da Malásia e sem querer entrei na Tailândia, sítio, aliás, riquissimo a nivel vinícola...foi o tinto da Tailândia que me salvou, certa vez, de um ataque de comichão numa das nádegas... Mas voltando ao assunto, fui capturado (outra vez) pela polícia que me tomou por um contrabandista de fruta e legumes... Revistaram-me de cima a baixo e no meio... (sem ressentimentos Caças..) e concluiram que estava limpo (não sei como não repararam no lodo acumulado pelo passar dos anos, penso que já criava uma bolsa com cerca de 30 cm cúbicos...). Fui então procurar uma agência de viagens para tentar arranjar passagem para Angola... (já me começava a arrepender desta ideia idiota de ter vindo de viagem sem sequer um colete retroreflector no bolso...). Encontrei uma empresa de transportes colectivos chamada CA-SADOCAR-AL-HOMA-ISNO-VO que não vou mencionar o nome, que me recebeu com honras de estado e garrafas de jeropiga. Infelizmente não tinham aviões e tive de ir de camioneta. Felizmente era uma camioneta topo de gama; tecto de abrir panorâmico (buraco no tecto), airbags individuais (sacos de vomitado de anteriores passageiros pendurados nas costas de cada banco) e até casa de banho (parte do veículo destinada às necessidades dos ocupantes)!! Lá encetamos caminho, e quando estávamos a chegar à India, vieram de lá uns Indios aos tiros a querer por toda a gente fora... Como sou muito esperto percebi que se tratava de "ca-jarking" (car-jacking) e tirei do bolso a minha 9 milimetros....
Porém uma velhota que estava ao meu lado olhou e desatou a rir, causando enorme espalhafato e atirando para o chão a berrar de riso... dizendo que nem ela tinha tamanha ninharia entre as pernas...... Não percebi a graça.... No entanto, com esta confusão levei uma mocada na cabeça e fingi dormir para não apanhar mais. Dei-me conta que a camioneta partira e todos haviam ido embora.... Estava sozinho no meio da selva indiana.... Que terriveis bestas iria encontrar pelo caminho?? ladrões de vinho ou vendedores de água mineral?
Lá vos envio as minhas crónicas por pombo correio, espero que as recebam...
Assim que tiver novidades volto a entrar em contacto!

Tascas

(texto ficticio)

sexta-feira, novembro 03, 2006

A Odisseia de Hóhomemdatascatragameumpiresdealcagoitas

Já há algum tempo que não punha aqui a posta mas houve um interregno derivado de alguns negócios que tive (negócios entre vinicultores...como é natural). Como a adega já está vazia e a mão calejada decidi escrever. Conto-vos o que se passou na minha viagem à capital dos vinhos carrascões... Angola. Era já Julho e os meus discipulos tinham-me entregue os seus relatórios sobre o Activo da Tasca... Ignoreio-os por completo. Decidi neste fim de semana, antes da partida para a viagem, convidar o meu amigo Caças, para irmos até ao mato dar aso às nossas perversidades e rituais.... Estávamos a preparar os sacos cama quando me telefonam a dizer que a Tasca tava mal e isto e aquilo... tive de desligar na cara e voltei ao que estava a fazer... Ora essa!! Eu estava ocupado! O caças estava a mostrar-me o bonito "maiô" que tinha comprado, e vinham telefonar-me?? Que cretinos....
Nessa noite fomos então para o mato no sopé da pedreira aonde exerço uns biscates (àparte a tasca) e abrimos as portas do Patrol para que o ar lá dentro não se tornasse viciado.... Acendi um cigarro e deitei-me ao trabalho... O caças já estava com os coletes a correr em volta da fogueira...
E mais não digo que isto são coisas massudas de se ler, principalmente, para não conhecedores do culto de tasca......
No dia seguinte parti no meu fiel Carro taberna. Chegado a Gibraltar veio de lá um filha da puta com uma conversa pegada, a dizer que o carro tinha de ali ficar para passar para África...
Ó meu amigo, o carro é meu fica aonde eu quiser, e eu quero deixá-lo num pinhal.
Arranquei e caí dentro de água. Não percebo porquê.... Eu pensava que no meu seguro autotasca constava uma clausula que prevenia este tipo de situações...
Bem, lá tive de sair do meu autotanque vinícola e dirigi-me ao barco mais próximo para que me rebocasse para o outro lado. Arranjei um que por um barrilinho de tombadilho me custeou a passagem. Chegado a África apahei o avião para Angola..... (Não estavam à espera que fosse atravessar o norte de África de carro....?) Porém enganei-me (estava distraído a observar uma brochura sobre salsichas na brasa) e apanhei um avião que ia para a Malásia. Não fiquei preocupado, assim que lá chegasse pedia informações numa tasca e eles de lá logo me rencaminhariam para o meu destino. Foi o que fiz. No entanto quando me viram lá com as calças cheias de óleo tomaram-me por um rei do petróleo e raptaram-me. Sodomizaram-me e deixaram-me amarrado numa espécie de cave. Que malandros! Fazerem-me uma coisa destas! A mim!! Podiam ter-me deixado numa adega e não nesta cave vazia.....
É daí que vos escrevo através de um pedaço de papel higiénico que aqui encontrei. Como sou muito esperto, pedi que me postassem isto na net. E os raptores, muito atenciosos, disseram logo que sim e foram-se embora a rir (não percebi a graça). Mas se estão a ler isto é porque eles cumpriram a sua palavra. Dentro em breve darei mais noticias sobre a minha aventura!

Tascas.

(texto fictício)

sábado, março 25, 2006

Árvore geneológica tasquídea

Depois de algumas horas a rebuscar no nosso pipo das recordações, encontramos algo de mágico!
A árvore vínicola(geneológica) do nosso mestre, o tascas!
Terá lugar de honra no nosso estabelecimento tabernícola! Vamos emoldura-la e pendura-la por cima da senetina no nosso dábliucê! Aqui fica, a magnifica árvore da tasca:

terça-feira, março 21, 2006

Planta da vista da tasca vista de cima!

Aqui está a planta pedreirotónica da nossa Tasca!

... pois, é que devido a alguns desacertos com o arquitecto achámos

melhor contratar um pedreiro, já que ele nos garantiu que tinha tirado

o mestrado na "Escola da Vida"... confesso que ficámos impressionados...

Nunca tinhamos ouvido falar dessa escola, logo é porque é muito rara!

Acertadas as contas, começou a obra! Houveram alguns problemas, porém...

Primeiro o pedreiro veio de lá com uma conversa de que precisava de materiais

de construção e mais não sei o quê... lá tivemos de comprar uma caixa de peças

de lego... o homem ficou raivabundo! Disse isto e aquilo e disse que tratava ele

próprio do assunto. Ficámos descansados.


Alguns dias depois aparece um fiscal a dizer que aquilo não estava lá bem e tal...

Vá lá que tinhamos algum bagaço de emergência no Patrol e oferecemos logo um

copo, para o guarda fechar os olhos! E não é que fechou mesmo!?

O homenzito não estava habituado a bebidas de tasca e morreu com um

um ataque de irritação na garganta... enfim ao menos conseguimos que ele

não nos reportasse! Coisas que aconteceu em todas as obras...não é?

Bom... aqui fica...